CUIDADOS PALIATIVOS E A DEPRESSÃO EM PACIENTES NA FASE TERMINAL

  • Beatriz Costa PORTO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Natalia Alves GARBIM Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Lauri Elli PODSCLAN Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Beatris Tomaz MORAES Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Regina Maria de SOUZA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
Palavras-chave: Depressão, Paliativo, Terminal

Resumo

INTRODUÇÃO: O paciente em fase terminal exige um cuidado humanizado e adequado,
sendo assim, a prática dos cuidados paliativos, surgiu com o objetivo de aliviar os sintomas e
dar apoio psicológico, garantindo o bem-estar e respeito à sua dignidade. É importante que o
enfermeiro seja capaz de oferecer consolo e conforto aos familiares, alertando-os sobre a
evolução da doença e sintomas da etapa final OBJETIVO: Analisar como são os cuidados
paliativos em pacientes terminais e como a depressão desses pacientes afeta-os tanto no
tratamento como na vida emocional. METODOLOGIA: Trata-se um estudo de revisão
narrativa da literatura. Foram pesquisados artigos completos publicados nos últimos sete anos,
na Scientific Library Online (SCIELO) e na biblioteca virtual em saúde (Bireme-BVS)
utilizando as palavras-chave depressão, paliativo, terminal. RESULTADO: Como resultado
observa-se que os cuidados paliativos, que são tão importantes para os cuidados de pacientes
em fase terminal, têm sido feito de maneira mais brusca e fria, alguns enfermeiros não tratam
os pacientes nessa fase de maneira correta, a humanização está sendo perdida. Porém, não
podemos esquecer dos enfermeiros que tratam os pacientes com amor, carinho e dão todo o
cuidado que ele necessita nessa etapa de sua vida. É uma pequena porcentagem dos
profissionais que não praticam a humanização, mas, não deveria existir essa porcentagem, por
menor que seja, o enfermeiro, a cima de tudo, tem que ter bondade, carinho e amor, essa é a
verdadeira essência. CONCLUSÃO: Conclui-se que, só porque o paciente não tem mais
chances de cura, não significa que não tem mais o que fazer. Pelo contrário, temos que deixálo
confortável e junto à família. Cuidar de pacientes terminais, exige muito mais do que
simplesmente técnicas, exige termos compaixão e compreender o paciente e sua família, o que
ajuda muito no tratamento.

Publicado
2018-05-22
Como Citar
PORTO, B. C., GARBIM, N. A., PODSCLAN, L. E., MORAES, B. T., & SOUZA, R. M. de. (2018). CUIDADOS PALIATIVOS E A DEPRESSÃO EM PACIENTES NA FASE TERMINAL. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 8(8). Recuperado de https://seer.funecsantafe.edu.br/index.php?journal=forum&page=article&op=view&path[]=3202