QUALIDADE DE VIDA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM TRASTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH)

  • Camila Falchi PEREIRA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Ana Carolina Bordim BUFFO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Cindy Cassere RODRIGUES Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Lauane Lio Dos SANTOS Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Luara Carvalho GONÇALVES Luara Carvalho GONÇALVES5 Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Elaine Doro Mardegan COSTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
Palavras-chave: TDAH, Diagnóstico, Tratamento, Qualidade, Avaliação

Resumo

INTRODUÇÃO: O transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma
desordem neurobiológica caracterizada por dificuldades e alterações comportamentais,
geralmente, na infância. Portanto,as deficiências neurocognitivas revelam mau funcionamento
de alguns circuitos cerebrais. E os principais sintomas relacionam-se a falta de inquietação,
atenção e impulsividade que apresentam prejuízos globais aos indivíduos, resultantes destes
comportamentos mal-adaptados, inconsciente a idade cronológica e estágio de
desenvolvimento esperado. OBJETIVO: objetivou-se apresentar o TDAH e os impactos na
qualidade de vida das crianças e dos adolescentes. METODOLOGIA: trata-se de revisão
integrativa realizada por meio de analises de três artigos disponíveis no banco de dados
eletrônicos de Scielo, cujo o período de busca foi de 2000 à 2011. RESULTADO: As análises
dos artigos apontam prevalência estimada na população geral para o TDAH de 4% a 12%,
principalmente, na faixa etária de 6 a 12 anos. O impacto desse transtorno na sociedade é
enorme, como também é alto o custo financeiro por conta da medicação e acompanhamento
psicológico. Em relação à família, a falta de informação gera conflitos e promove o
distanciamento entre eles. Em relação à escola, manifestam-se os prejuízos nas atividades
acadêmicas ou vocacionais, que podem levar o individuo a vivenciar situações estressantes.
Da mesma forma, para melhorar a vida dos indivíduos, torna-se necessário atenuar os
sintomas, sendo importante a avaliação múltipla, com uso de instrumentos como as
entrevistas, escalas e testes psicológicos que podem contribuir para a menor possibilidade de
equivoco no diagnostico. CONCLUSÃO: Conclui-se que atualmente não há comprovações de
cura para o TDAH, porém os impactos na qualidade de vida das crianças e adolescentes que
apresentam os sintomas podem melhorar, com o envolvimento de avaliação de abordagem
múltipla, na elaboração do diagnostico correto para traçar a intervenção e orientação, para os
profissionais da educação e os pais apreenderem a lidar com o transtorno.

Publicado
2018-05-21
Como Citar
Falchi PEREIRA, C., Bordim BUFFO, A. C., Cassere RODRIGUES, C., Lio Dos SANTOS, L., Luara Carvalho GONÇALVES5L. C. G., & Doro Mardegan COSTA, E. (2018). QUALIDADE DE VIDA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM TRASTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH). ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 8(8). Recuperado de https://seer.funecsantafe.edu.br/index.php?journal=forum&page=article&op=view&path[]=3066