FISIOTERAPIA MOTORA DA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA: REVISÃO DE LITERATURA

  • Thiany Ferreira MENEZES Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Fernanda Alves de Souza SILVA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Nayara de França Silva COSTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Maria Eduarda Lisalda Moreira CANTELLI Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Laíza Lopes de LIMA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Fernando de Souza COSTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
Palavras-chave: Esclerose, Fisioterapia, Motora

Resumo

INTRODUÇÃO: Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) conhecida na França como Doença de
Charcot, e nos Estados Unidos da América como Doença de Lou Gehrig. A fisioterapia
motora tem um papel importante no tratamento, que busca proporcionar uma melhor
qualidade de vida através de diversos exercícios terapêuticos. OBJETIVO: Pesquisar
bibliograficamente, protocolos de tratamento relevantes à ELA. Identificar os benefícios da
fisioterapia motora. Verificar as atividades pertinentes à fisioterapia motora para a ELA.
METODOLOGIA: Estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa descritiva bibliográfica.
RESULTADO: Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é definida como uma doença
degenerativa caracterizada pela perda progressiva de motoneurônios ao nível de medula
espinhal, tronco encefálico e córtex motor. O quadro clínico é caracterizado por fraqueza,
atrofia muscular progressiva e generalizada, com evolução para paralisia de quatro membros,
disfagia, disfonia, dispnéia. O fisioterapeuta busca avaliar e prescrever exercícios para a
manutenção da amplitude de movimento, para aprimorar a função muscular ainda existente e
para prevenir as complicações subsequente do desuso. Recomenda-se duas a três sessões
semanais com duração de 45 minutos aproximadamente. São apontados exercícios de
moderada para baixa resistência onde a prescrição é feita de acordo com o quadro
manifestado pelo paciente. Terapeuta tem que dispor de recursos auxiliares para a reabilitação
e melhora das atividades de vida diária. Prescrição de órteses e equipamentos como:
tornozeleira antieqüino, talas, andadores, bengalas e muletas podem ser indicadas como
estratégias para otimizar a deambulação. DISCUSSÃO: Em um estudo selecionado, os
pacientes envolvidos na pesquisa tiveram protocolos que envolvem desde exercícios passivos
realizados no leito até exercícios resistidos, que diante desses protocolos traçados, foi
apontando melhora significante no perfil funcional e na qualidade de vida dos pacientes com
ela. CONCLUSÃO: Conclui-se que o tratamento fisioterapêutico junto à outras intervenções
multidisciplinares proporcionam maior sobrevida ao portador de ELA.

Publicado
2018-05-18
Como Citar
MENEZES, T. F., SILVA, F. A. de S., COSTA, N. de F. S., CANTELLI, M. E. L. M., LIMA, L. L. de, & COSTA, F. de S. (2018). FISIOTERAPIA MOTORA DA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA: REVISÃO DE LITERATURA. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 8(8). Recuperado de https://seer.funecsantafe.edu.br/index.php?journal=forum&page=article&op=view&path[]=2996