PORQUE LER OS CLÁSSICOS JÁ?

  • Mayara Lindolfo Lizieiro BONFIM Fundação Municipal de Educação e Cultura de Santa Fé do Sul - FUNEC
  • Vera Lúcia Martins MARINHO Fundação Municipal de Educação e Cultura de Santa Fé do Sul - FUNEC
  • Thaynara Leybiane de Souza RIBEIRO Fundação Municipal de Educação e Cultura de Santa Fé do Sul - FUNEC
  • Eliana Izabel SCURCIATTO Fundação Municipal de Educação e Cultura de Santa Fé do Sul - FUNEC
Palavras-chave: Literatura, Literatura. Obras Clássicas. Leitura., Obras clássicas, Leitura

Resumo

A iniciação à leitura de muitos jovens estudantes se dá pela apresentação das obras ditas clássicas e que "caem" nos vestibulares. Seria essa a melhor maneira de despertar nos alunos o interesse pela leitura nos nossos dias? Não é isso que se tem percebido nas salas de aula de escolas públicas ou particulares. Essas obras não são somente uma forma de entretenimento, são fontes de conhecimento. Observar a visão de mundo descrita pelo contexto é uma forma de compreender o livro. Ler uma obra clássica pela primeira vez é comum entre os jovens, traz uma boa apreciação se for lida em um bom momento. Um livro bom deve ser relido, principalmente se houver amadurecimento do leitor, assim a obra será melhor contemplada. O presente artigo tem por objetivo discutir o papel da literatura na formação de leitores, estudando o porquê de os alunos já no ensino fundamental terem de ler obras clássicas, como esses clássicos são apresentados a eles e entender a sua resistência diante desse tipo de leitura. A metodologia utilizada é a revisão bibliográfica. É preciso deixar claro que este artigo não relata nenhuma crítica às literaturas clássicas e sim, como essas obras possam se tornar mais agradáveis aos alunos, já que a Literatura é considerada um bem cultural que leva a um melhor desempenho do leitor refletindo em sua formação humana e profissional.

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Publicado
2017-09-25
Como Citar
BONFIM, M., MARINHO, V., RIBEIRO, T., & SCURCIATTO, E. (2017). PORQUE LER OS CLÁSSICOS JÁ?. UNIFUNEC CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO, 2(4), 72-87. https://doi.org/10.24980/rfce.v2i4.2256