GUARDA COMPARTILHADA: UMA ALTERNATIVA PARA INIBIR À SÍNDROME DE ALIENAÇÃO PARENTAL

  • Jayne Aparecida VIEIRA
  • Janaina dos Reis GUIMARÃES
Palavras-chave: Guarda compartilhada, Alienação parental, Coparticipação

Resumo

INTRODUÇÃO: O desmantelamento da instituição casamento não acarreta problemas somente entre os ex-cônjuges, mas principalmente entre os filhos. Um dos problemas que surge com a dissolução da sociedade conjugal é a disputa pela guarda dos filhos. Por mais harmoniosa que venha ser, a ruptura do casamento pode desencadear implicações para os envolvidos. O problema aumenta quando a separação é litigiosa, pois caberá ao judiciário a escolha da guarda e na maioria dos casos o juiz tem aplicado a guarda unilateral. Esta espécie, no entanto beneficia aquele que detém a guarda, por possuir maior proximidade com os filhos. Desse modo, o detentor da guarda usará de meios para afastar o outro genitor dos filhos. Verifica-se como solução à síndrome de alienação parental a guarda compartilhada, pois propicia aos filhos a oportunidade de convivência com ambos os genitores. OBJETIVO: Discutir a guarda compartilhada como forma de inibir à síndrome de alienação parental. METODOLOGIA: Desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica. RESULTADO: Foi possível perceber que a guarda compartilhada favorece a coparticipação dos genitores no crescimento dos filhos, o que acaba por diminuir os danos psicológicos e o desencadeamento da síndrome de alienação parental. CONCLUSÃO: Conclui-se que a guarda compartilhada é uma alternativa para inibir à síndrome de alienação parental, uma vez que resguarda os interesses da criança e garante o convívio em conjunto com os genitores, apesar da dissolução do núcleo familiar.
Publicado
2017-08-03