PRÁTICAS EMPÍRICAS UTILIZADAS NO TRATAMENTO DA ICTERÍCIA NEONATAL

  • Naégely Amaral de OLIVEIRA
  • Alana Cristina COLUCI
  • Caroline Noveli AZARITE
  • Jussara Britto Batista GONÇALVES
Palavras-chave: Enfermagem, Icterícia, Neonatal, Práticas empíricas

Resumo

INTRODUÇÃO: A icterícia neonatal consiste na coloração amarelada de tonalidade variável da pele e mucosa do recém-nascido caracterizada pela hiperbilirrubinemia. O profissional de saúde deve conhecer as crenças populares que fazem parte deste cuidado; tendo em vista não somente a maior eficácia, com a aproximação dos saberes, mas com as potencialidades de atuar negociando melhor o cuidado a ser dispensado ao recém-nascido OBJETIVO: Identificar na comunidade as práticas empíricas utilizadas no tratamento da icterícia neonatal METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa descritiva com métodos quantitativos, desenvolvida durante o acompanhamento pediátrico de rotina. Os sujeitos da pesquisa foram os responsáveis pelas crianças na faixa etária entre zero e onze meses e vinte e nove dias. Os dados foram coletados por meio de um questionário semiestruturado RESULTADO: Segundo dados da pesquisa 39% das crianças apresentaram icterícia. Contudo apenas 18% procuraram atendimento médico, enquanto que 82% não procuraram atendimento. O tratamento mais utilizado foi o banho de sol com 48%, seguido pelo uso das plantas com 43%, e por fim fototerapia com apenas 9% dos tratamentos. A Bidens pilosa "Picão" foi a única erva utilizada no tratamento da icterícia, somando 100% dos casos CONCLUSÃO: Conclui-se que pesquisas devem ser realizadas e incentivadas quanto a eficácia desta erva no tratamento da hiperbilirrubinemia neonatal, podendo contribuir na comprovação de sua eficácia e/ou na desmistificação da mesma.
Publicado
2017-08-03