EFEITOS DA NEUROESTIMULAÇÃO ELÉTRICA TRANSCUTÂNEA (TENS CONVENCIONAL) COMO TRATAMENTO COADJUVANTE DA ENDOMETRIOSE

  • Thainá Nunes Fernandes do NASCIMENTO
  • Laiza ELOI
  • Juliana Cristina RODRIGUES
  • Máira Daniéla dos SANTOS
Palavras-chave: Endometriose, Neuroestimulação elétrica, Fisioterapia transcutânea

Resumo

INTRODUÇÃO: A genitália feminina é classificada em duas respectivas bases funcionais: primária e secundária. Uma vez havendo disfunções hormonais, a mulher está sujeita a endometriose, definida como a presença ectópica de tecido endometrial em distintos lugares, principalmente na cavidade pélvica. Essa disfunção afeta 6% a 10% das mulheres na faixa etária de 30 a 40 anos, e um modo de atenuar a dor e contribuir no tratamento da patologia apresentada seria fazer o uso da Neuroestimulação Elétrica Transcutânea (TENS). OBJETIVO: Descrever os mecanismos fisiopatológicos da endometriose, e assim salientar a importância da Neuroestimulação Elétrica Transcutânea (TENS convencional), como tratamento coadjuvante. METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de caráter descritivo, nos sites de busca Google Acadêmico e SCIELO datados de 2002 a 2014. RESULTADO: Vários autores comprovam a eficácia da Neuroestimulação Elétrica Transcutânea (TENS) no tratamento da endometriose, pois além de promover benefícios como o alívio da dor crônica e aguda, o aparelho é uma modalidade terapêutica não invasiva, que não apresenta efeitos colaterais ou interações medicamentosas. CONCLUSÃO: Com o estudo pôde-se observar que à fisioterapia destaca-se como um recurso promissor no tratamento coadjuvante da endometriose, uma vez que utiliza a Neuroestimulação Elétrica Transcutânea (TENS convencional) como um dos seus métodos terapêuticos, fácil manejo, promovendo alívio da dor causada pela patologia apresentada neste estudo.
Publicado
2017-08-01